No dia em que o Brasil registrou a triste marca de 500 mil mortos pela Covid-19, brasileiros e brasileiras, trabalhadores e trabalhadoras, da cidade e do campo, foram às ruas de todo o país para protestar contra o governo Bolsonaro e os impactos imensamente negativos de seu desgoverno. A mobilização teve como pauta a defesa da vida com a vacinação em massa contra a COVID-19 para a  toda população brasileira, o auxílio emergencial de 600 reais até o fim da pandemia, o congelamento nos preços da cesta básica e do combustível, a luta contra a PEC 32/2020 – Reforma Administrativa, e o fim do governo Bolsonaro.

As manifestações em Mato Grosso ocorreram de diversas formas e em diferentes municípios durante todo o sábado (19/06). Em Cuiabá, primeiro um ato simbólico na Praça Ipiranga, região central da capital, lembrou os mais de 11.400 mato-grossenses vitimados pelo vírus.  Representantes de diversos segmentos e entidades sociais participaram dos protestos. Uma carreata com buzinaço também seguiu pelas ruas de Cuiabá em forma de manifestação contra a negligência do governo federal na atuação quanto ao enfrentamento à pandemia. Em Cáceres, a população fez uma grande passeata e carreata com faixas e carro de som também exigindo o fim do governo  e com representantes de sindicatos e entidades parceiras, incluindo a ADUNEMAT.

Cuiabá/ Foto: Ahmad Jarrah

Cáceres/ Foto: Leni Hack

 

Cáceres/ Foto: Pedro Thiago 

Sinop e Tangará da Serra também foram tomadas por grandes carreatas no período da tarde. Em Sinop, além da carreata, a ADUNEMAT distribuiu de camisetas aos sindicalizados durante a vacinação dos trabalhadores e trabalhadoras do ensino superior de Sinop. Além de Mato Grosso, cidades pelo país fizeram grandes mobilizações, a exemplo de São Paulo e Rio de Janeiro.

Sinop/ Distribuição de camisetas durante vacinação dos trabalhadores do ensino superior

 

Carreata em Sinop/ Thiélide Pavanelli

 

Carreata em Tangará da Serra/ Vídeo: Ana Andruchak

São Paulo/Foto: Annelize Tozetto

São Paulo/ Midia Ninja

Ao longo de 2020 e até o dia de hoje, foram inúmeras as manifestações virtuais, protestos simbólicos que foram realizados por centrais sindicais e movimentos sociais, para apresentar soluções e exigir providencias que com certeza iriam poupar milhares de vidas. No entanto, ele segue a sua trajetória insana e irresponsável de sabotar, debochar das mortes e negar ao povo brasileiro as mínimas condições para garantir a vida.